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Previdência fecha a porta a que os supermercados vendam teste de antígenos
Carolina Darias tem defendido o modelo de venda em farmácias e tem declarado que o Governo trabalha em "garantir um preço asequible"
Os teste de antígenos seguirão vendendo-se de forma exclusiva em farmácias. O aumento descontrolado de contágios de coronavirus provocou que muitas farmácias ficassem sem estas provas, o que motivou, ante a enorme demanda, que algumas grandes companhias propuseram a Previdência vender teste em seus estabelecimentos. No entanto, o Ministério tem recusado esta possibilidade.
A Associação Nacional de Grandes Empresas de Distribuição (Anged), defendeu que a venda destes teste fora das farmácias já se faz em países como Alemanha, França, Portugal ou Países Baixos. Ademais, a entidade argumentou que, deste modo, o preço poder-se-ia "abaratar substancialmente".
"Garantir um preço asequible dos teste de antígenos"
Não obstante, a titular de Previdência, Carolina Darias, tem assegurado que o sistema de venda em farmácias é o modelo "adequado", e tem sublinhado que o relevante é garantir o fornecimento. Assim mesmo, tem reconhecido que o mercado está "tensionado" e que o Governo trabalha em "garantir um preço asequible dos teste de antígenos".
Nesta linha, Darias tem enfatizado que o Ministério tem autorizado recentemente 33 produtos de teste de autodiagnóstico. Quanto à evolução da pandemia, a ministra de Previdência tem reconhecido que o previsível é que a incidência acumulada aumente nas próximas semanas.
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